sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

NOVOS RUMOS DA INTELIGÊNCIA POLICIAL


por George Felipe de Lima Dantas





INTRODUÇÃO

A “atividade policial guiada pela inteligência” (“intelligence-led policing”) é um termo que muito recentemente começou a ser utilizado no Canadá e Estados Unidos da América (EUA). Função até mesmo dessa novidade de uso, a expressão ainda não tem uma definição única, plasmada pelo consenso geral. Mas é de entendimento comum, entretanto, que a “atividade policial guiada pela inteligência” inclua, fundamentalmente, a coleta e análise de informação para elaboração de um produto final—conhecimento—criado para instrumentar o processo decisório da gestão policial, tanto através da análise criminal tática quanto estratégica.

ANÁLISE CRIMINAL TÁTICA

A atividade de inteligência policial, através da análise criminal tática, consiste em um processo de produção de conhecimento que dá suporte às atividades operacionais de investigação e policiamento ostensivo. Entenda-se que a análise aqui referida compreende o ato de separar as diversas partes do fenômeno da criminalidade, examinando cada uma delas com o fito de conhecer sua natureza, proporções, funções e relações. Assim, a análise criminal tática tem como propósito subsidiar uma pronta resposta às ocorrências criminais havidas em um determinado tempo e lugar. O conhecimento produzido pela análise tática é instrumental para a gestão dos elementos operacionais, através da determinação de padrões e tendências criminais de um determinado espaço geográfico-temporal, usualmente favorecendo a prisão de delinqüentes.

O objetivo da análise criminal tática, portanto, é a identificação de “tendências” imediatas (evolução quantitativa e respectiva distribuição espaço-temporal), bem como dos “padrões” correntes da criminalidade (modus operandi), aí incluídas seqüências de baixa, média e alta freqüência de ocorrências, bem como a determinação dos chamados “pontos quentes”, locais de rápida acumulação de fatos delituosos.
Um “ponto quente” é uma condição ou estado que indica alguma forma de aglomeração em uma distribuição espaço-temporal de ocorrências criminais. A título de apresentação de “um critério dentre vários”, o Departamento de Polícia da Cidade de Baltimore (Maryland, EUA) identifica os pontos quentes de sua área de jurisdição de acordo com um “triplo critério”: freqüência (f), posição geográfica (g) e tempo de intervalo das ocorrências (t). Para que um ponto seja considerando “quente”, pelo menos dois delitos deverão ter ocorrido (f maior ou igual a 2) em uma pequena área do espaço geográfico (g), em um espaço temporal não maior que o de uma a duas semanas entre as ocorrências (t menor que sete a 14 dias ).

A análise tática inclui a associação de dados relativos a ocorrências específicas com informação advinda de grandes bases históricas de dados de ocorrências policiais, visando o estabelecimento de relações de pertinência de variáveis (correlações), tais como método (modus operandi), data-hora, local, e veículo(s) utilizado(s), entre outras tantas possibilidades. Tudo isso tem como finalidade a identificação e prisão de criminosos. Em outras palavras, através da identificação de aspectos específicos de ocorrências do fenômeno da criminalidade, a análise tática produzirá indicações que levarão a um rápido esclarecimento de casos/ocorrências, através da vinculação de um determinado indivíduo ou grupo deles e seu modus operandi à autoria de um delito que esteja sendo investigado num dado momento.

 
ANÁLISE CRIMINAL ESTRATÉGICA

A atividade de inteligência policial, através da análise criminal estratégica, está voltada para a resolução de potenciais problemas de segurança pública de médio e longo prazos. Ela é elaborada tendo por base “projeções de cenários”, formuladas a partir de possíveis variações dos indicadores de criminalidade. A análise criminal estratégica inclui a realização de estudos e a respectiva elaboração de planos para a identificação e aquisição de recursos futuramente necessários para a gestão policial.


Também pode ser considerado que esse tipo de análise está voltado para a formulação de estratégias operacionais na busca de soluções para problemas gerais de natureza corrente. Assim, através dela se produzirão informações para a alocação dos recursos institucionais na atividade fim, incluindo a configuração das áreas físicas de atividade policial, bem como os dias, horários e formas de emprego da força policial. Com tal tipo de análise será buscada a identificação de atividades criminais correntes, fora do seu padrão comum de ocorrência, a exemplo, com freqüência superior aos valores usuais e/ou consumadas em tempos diversos da sua distribuição sazonal regular.

A atividade de análise estratégica identifica condições anômalas na segurança pública, possibilitando um redimensionamento da prestação dos serviços policiais, otimizando assim sua efetividade, eficácia e eficiência. Tais atributos ficam manifestos na redução ou supressão de problemas crônicos, podendo eventualmente contribuir para isso a implementação de políticas comunitárias e de resolução de problemas na gestão da segurança pública.

A gestão policial, ao adotar a filosofia do policiamento comunitário, muda sua atividade clássica, tradicionalmente reativa e focada no chamado "combate ao crime". Conforme tal paradigma, comunidade e polícia passam a interagir, gerando conhecimento para a busca de soluções para uma extensa gama de problemas de segurança pública. Entre tais problemas estará não só o "controle" do crime e da violência" (em contraposição ao antigo conceito de "combate ao crime"), como também a neutralização da "sensação de insegurança" trazida pelo medo do crime e da desordem.


A “ATIVIDADE POLICIAL GUIADA PELA INTELIGÊNCIA”

A “atividade policial guiada pela inteligência” é um modelo de atividade policial em que a inteligência serve como guia para realização de atividades policiais, em lugar do reverso disso. O conceito é inovador, e de certa forma radical, já que está baseado na moderna premissa da gestão policial de que a principal tarefa da polícia é prevenir e detectar a criminalidade, em lugar de apenas reagir às ocorrências consumadas deste fenômeno social.

A gestão policial, no mundo inteiro, vem lidando com óbices a cada dia maiores. O velho “fazer” da atividade policial, modernamente enfrenta situações em que forças econômicas, sociais e políticas produzem efeitos que permeiam todas as atividades humanas. Se considerarmos como fato positivo para o entendimento da criminalidade pela gestão policial a noção de que a motivação fundamental da delinqüência continua sendo o velho conceito da ambição, o mesmo já não acontece em relação aos recursos e oportunidades dos criminosos. Os recursos e oportunidades da criminalidade aumentaram exponencialmente, bem como o tamanho dos ganhos potenciais respectivos. A atividade policial precisa hoje lidar com modalidades do fenômeno da criminalidade que seriam irreconhecíveis por policiais uma geração antes. Some-se a isso o fato de que a gestão policial é cada vez mais tensionada por uma situação econômica em que os recursos de gestão são cada vez mais escassos.


O velho padrão de gestão reativa, conforme aponta a atual situação caótica da segurança pública brasileira, bem como em outros países do mundo, já não é mais viável. Também já não são mais tão aplicáveis velhos modelos de percepção do fenômeno da criminalidade e do comportamento criminal. A moderna gestão da inteligência policial, enquanto força propulsora dessa atividade essencial, pode ser um fator chave para a sobrevivência das atuais instituições policiais do Brasil.

Qualquer que seja o modelo específico de “atividade policial guiada pela inteligência”, tal paradigma de gestão demandará forte comprometimento institucional, capaz de superar velhas práticas e preconceitos. Seus gestores deverão estar preparados para distanciarem-se de velhos métodos e técnicas; terão de acreditar firmemente que as operações policiais podem, e devem, ser guiadas pela atividade de inteligência; terão ainda que pautar como princípio a ação, e não a reação, em uma "virada histórica" em relação ao antigo paradigma reativo. Deverão, enfim, acreditar no processo de produção de conhecimento que a inteligência policial enseja, confiando em suas avaliações e recomendações. Tudo isso é bastante difícil e, de certa forma, doloroso, considerando que implica mudar.

sábado, 20 de novembro de 2010

PROMOÇÃO

          Na semana passada o Comando Geral da PM entregou um projeto para aumentar o efetivo valendo para os próximos quatro anos, que será analisado pelo governador André Pucinelli e depois publicado.
          Pela intenção do comando da PM, o quadriênio 2010 a 2013 deve ter um quadro fixo de 10 mil integrantes distribuídos de acordo com o fixado na Lei Complementar. A proposta traz um quadro com coronéis (16), tenente coronel (38), major (63), capitão (97), 1º tenente (120), 2º tenente (154), sub-tenente (104), 1º sargento (205), 2º sargento (450), 3º sargento (822), cabo (1500) e soldado (6.431).



QUADRO ATUAL
 
I - Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM):


Coronel PM....................................................10
Tenente Coronel PM.......................................26
Major PM.......................................................44
Capitão PM....................................................66
Primeiro-Tenente PM......................................71
Segundo-Tenente PM.....................................80
Segundo-Tenente PM ....................................60

II - Quadro Auxiliar de Oficiais Policiais Militares (QAOPM)

Major PM......................................................02
Capitão PM...................................................08
Primeiro-Tenente PM.....................................16
Segundo-Tenente PM....................................40
Segundo-Tenente PM ...................................60

III - Quadro de Oficiais Especialistas (QOEPM):

a) Músico (QOEPM-Mus)
Capitão.........................................................01
Primeiro-Tenente...........................................01
Segundo-Tenente..........................................02
b) Capelão (QOEPM-Cpl)
Segundo-Tenente..........................................02
IV - Quadro de Oficiais de Saúde (QOSPM):
Tenente-Coronel...........................................01
Major...........................................................02
Capitão........................................................04
Primeiro-Tenente..........................................12

Quadro de Praças

I - Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM)
Subtenente...................................................91
Primeiro-Sargento........................................179
Segundo-Sargento.......................................374
Terceiro-Sargento........................................694
Cabo...........................................................1407
Soldado.......................................................4311

II - Quadro de Praças Policiais Militares Músicos (QPPMMus)
Subtenente...................................................03
Primeiro-Sargento........................................14
Segundo-Sargento........................................22
Terceiro-Sargento........................................28
Cabo..........................................................18

DECRETO Nº 10.767, DE 9 DE MAIO DE 2002

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

MILITAR COM DROGAS NO QUARTEL STF ENTENDEU NAO SE APLICA P. INSIGNIFICANCIA

A posse de reduzida quantidade de substância entorpecente em uma unidade militar não autoriza a aplicação do princípio da insignificância penal. Com esse entendimento, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por maioria dos votos (6x4), Habeas Corpus (HC 103684) impetrado pela Defensoria Pública da União (DPU) em favor de um militar que foi surpreendido com pequena quantidade de maconha, enquanto trabalhava no Hospital Geral de Brasília (HGB), estabelecimento militar.

O caso

Segundo o habeas, o acusado recebeu pelas grades do HGB maconha de dois outros rapazes que estavam do lado de fora da área hospitalar. Ao ser questionado sobre o que segurava na mão, o acusado confessou que era maconha, tendo jogado a droga no chão, local em que 0,1 grama da substância entorpecente foi recuperado e submetido a exame pericial.
Tese da defesa
No Habeas Corpus, a DPU questionava decisão do Superior Tribunal Militar (STM) que manteve a condenação do acusado a um ano de reclusão pelo delito do artigo 290, do Código Penal Militar. Sustentava que, em benefício do réu, deveria ser aplicado o princípio da insignificância penal, uma vez que o recruta do exército, à época do delito, foi pego com inexpressiva quantidade de maconha em lugar sujeito à administração militar. A Defensoria Pública da União alegava que o caso seria de absolvição do acusado porque ausente qualquer risco de lesão à saúde pública.

O HC também pedia a aplicação da lei civil mais benéfica. No entanto, o Plenário entendeu, por maioria, que deveria ser afastada a incidência da Lei 11.343/2006 (Nova Lei de Drogas), em razão da especialidade da lei penal castrense.

PGR

A Procuradoria Geral da República (PGR) opinou pelo indeferimento do pedido, sob o fundamento de que a conduta do acusado vai além do simples porte, tendo em vista que para receber a droga de terceiros, ele desconsiderou o fato de estar de serviço em um hospital militar. De acordo com o parecer, independentemente da quantidade da droga apreendida, "há que se avaliar as circunstâncias em que cometidos o delito e os valores jurídicos atingidos, como a quebra da ordem, da hierarquia e da disciplina, essenciais na vida militar". Para a PGR, em razão do principio da especialidade, "não cabe invocar a repercussão da Lei nº 11.343/2006 em relação aos crimes militares".
Voto do relator

O ministro Ayres Britto, relator do processo, votou pelo indeferimento do habeas corpus e foi seguido pela maioria dos ministros. "O uso de drogas e o dever militar são como água e óleo, não se misturam", disse, durante a leitura de seu voto.
Segundo ele, "por discreto que seja o concreto efeito psicofísico da droga nessa ou naquela relação tipicamente militar, a disposição pessoal em si, para manter o vício, implica inafastável pecha de reprovabilidade cívico profissional, senão por afetar temerariamente a saúde do próprio usuário, mas pelo seu efeito no moral da corporação, na autoestima da corporação e no próprio conceito social das Forças Armadas que são instituições voltadas entre outros explícitos fins para a garantia da ordem democrática".
O ministro observou que se a quantidade de maconha em poder do acusado era ínfima, tal fato provavelmente ocorreu em razão do descarte de parte do material em vias de ser apreendido. "Seja como for, o problema aqui não é de quantidade e nem mesmo do tipo de entorpecente que se conseguiu apreender. Parece-me que o problema é de qualidade da relação jurídica entre o particularizado portador da substância entorpecente e a instituição castrense de que ele fazia parte", ressaltou. De acordo com Ayres Britto, a questão trata sobre "bens e valores jurídicos insuscetíveis de relativização em sua carga de proteção individual e concomitantemente societária".
O relator avaliou que a decisão do Superior Tribunal Militar (STM), questionado no HC, deve ser mantida. Com base no ato questionado, o ministro Ayres Britto disse que a presença de militar sob o efeito de drogas afeta a eficiência das Forças Armadas, além dos valores e "princípios da vida na caserna". Tendo ainda como suporte a decisão do STM, o relator considerou "inaceitável um militar de serviço portar substância no interior do aquartelamento".
Para o ministro Ayres Britto, é evidente que as Forças Armadas Brasileiras "jamais poderão garantir a ordem constitucional democrática - sempre por iniciativa de qualquer dos poderes da República, diz a Constituição - se elas próprias [as Forças Armadas] não velarem pela mais rigorosa ordem hierárquico disciplinar interna". No mesmo sentido do relator votaram os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Ellen Gracie e Marco Aurélio.
Divergência
Ficaram vencidos os ministros Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Peluso, que votaram pelo deferimento do habeas corpus. Segundo eles, a conduta é atípica, pois a quantidade de droga é ínfima e insuscetível de causar risco à saúde pública. Ressaltam que a jurisprudência dos tribunais aplica a casos semelhantes o princípio da insignificância, por ausência de lesão ou ameaça a lesão ao bem jurídico protegido quando a quantidade encontrada é incapaz de gerar dependência química ou psicológica.

Fonte: Site do STF

sábado, 6 de novembro de 2010

AULA 01

MARQUE V OU F.

1-(    ) Os recursos da justiça militar estadual poderão ser analisados pelo Superior Tribunal Militar.
2- (     ) O Mato Grosso do Sul tem na estrutura do poder Judiciáio, o Tribunal de Justiça Militar.
3- (    ) O direito penal militar adquiriu vida própria em Roma.
4-(     ) A chegada da família real no Brasil proporcionou a melhor estruturação da Justiça Militar Brasileira.
5-(     ) O código penal militar é do ano de 1945.
6-(     ) O policial militar não é considerado militar pela Constituição de 1988, sendo apenas força auxiliar do Exército.
7-(     ) A justiça militar estadual pode processar um civil pelo cometimento de crimes militares praticados contra militares estaduais.
8-(     ) Um funcionário dos correios lesiona dolosamente uma guarnição da Polícia Militar que está de serviço, este cidadão cometeu um crime militar.
9-(     ) Os Estados que tem um efetivo de militares estaduais superiores a 30 mil homens, poderão criar um tribunal de Justiça Militar.
10-(     ) A primeira instância da Justiça Militar Estadual nos Estados são as auditorias militares.
11-(     ) A primeira instância da Justiça Militar Federal são as auditorias militares.
12-(     ) O policial militar que cometer um crime militar na comarca de Naviraí/MS, será processado naquela localidade.
13-(     ) Na  primeira instância da Justiça Militar há os conselhos de justiça permanente e especial.
14-(     ) Os conselhos são compostos por cinco juízes, sendo quatro militares e um juiz togado.
15-(     ) O conselho permanente julga os oficiais e o conselho especial julga as praças.
16-(     ) A perda da função pública por sentença judicial na justiça militar estadual, ocorrerá na primeira instância da justiça militar para as praças e em segunda instância para os oficiais.
17(     ) O policial militar que lesionar uma assaltante durante empenho policial em sua folga, será considerado em serviço para fins do direito penal militar.
18- (      ) O conceito "de serviço" é diferente para o direito penal e o administrativo.
19-(     ) Um acampamento em área particular não é considerado como administração militar.
20- (     ) O clube dos oficiais é uma área de administração militar.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

INSPEÇÃO DO ARMEIRO.



POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ PASSARÁ A RECEBER POR SUBSÍDIO E TERÁ SALÁRIO INICIAL DE R$ 5 MIL


Mais uma corporação policial militar brasileira reconhece a necessidade de valorização profissional de seus homens: a Polícia Militar do Paraná. A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou a Proposta de Emenda Constitucional número 64, a PEC 64, que traz mudanças significativas na política salarial e de carreira da PMPR. Algumas mudanças implementadas:
•A Policia Militar e o Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná, passam a perceber como remuneração, o subsídio, em parcela única, não havendo mais o compilado de soldo + gratificações;

Exigir-se-á, para o preenchimento do cargo, na Polícia Militar do Paraná, além de outras condições definidas em lei, curso de nível superior para ingresso como Soldado de Segunda Classe e curso de Direito para ingresso na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Policiais-Militares e curso de Engenharia para ingresso no Quadro de Oficiais Bombeiros-Militares;

•A remuneração, sob a forma de subsídio passa a ser fixada com a diferença de 5% de uma para outra classe, aos servidores públicos integrantes da Carreira Jurídica Especial de Advogado dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado do Paraná.

Através das medidas acima, os PMs e BMs do Paraná receberão apenas 5% a menos que os servidores da justiça (promotores, juízes etc). De acordo com o site da Assembleia Legislativa do Paraná, “a PEC proporcionará um ganho adicional sobre os vencimentos da categoria, com o salário inicial de aproximadamente R$ 5 mil”.

FONTE: Abordagem Policial

 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ATENÇÃO!!!

DEVIDO A PARTICIPAÇÃO DE PESSOAS COM A INTENÇÃO DE APENAS TUMULTUAR AS DISCUSSÕES TÉCNICAS SOBRE AS QUESTÕES DA PROVA, NÃO SERÁ MAIS POSSÍVEL EFETUAR COMETÁRIOS NAS POSTAGENS. TODAVIA FICAM EXPOSTOS OS COMENTÁIOS QUE ACHEI PERTINENTES E QUE SERVEM DE REFERêNCIA PARA POSSÍVEL RECURSO.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

domingo, 17 de outubro de 2010




JÁ ME DEVEM 10 DE PUNHO CERRADO.

Marque V para as alternativas verdadeiras ou F para as falsas.



1. (  ) O conselho justificação é responsável por processar e julgar o oficial no cometimento de crime militar.

2.  (  ) Toda Comarca do Estado tem uma auditoria militar para julgar os crimes militares.

3. (  ) Os crimes militares que tem vítimas militares são julgados apenas pelo juiz de direito da auditoria militar.

4. ( ) A perda da graduação das praças em segunda instância se deu com a mudança da Constituição brasileira.

5. ( ) A praça pode ser membro dos Conselhos de Justiças.

6. ( ) Na ocasião em que o réu for um civil na Justiça Militar Estadual não haverá convocação do conselho de justiça.

7. ( ) A segunda instância da Justiça Militar em Mato Grosso do Sul é o Tribunal de Justiça, sediado no Parque dos Poderes na capital.

8. ( ) Existe na legislação brasileira dois códigos penais militares, sendo que um aplicado as organizações militares estaduais e o outro para os federais.

9. ( ) A perda do posto e da patente dos oficiais e a graduação das praça é uma pena acessória prevista no Código Penal Militar.

10. ( ) As ações no direito penal militar são: públicas incondicionadas, públicas condicionadas e privadas.

11. ( ) O crime de calúnia na justiça comum depende da queixa crime do ofendido para prosseguimento da ação penal, fato idêntico ocorre na justiça militar com o mesmo crime.

12. ( ) Os juízes militares são composto apenas por oficiais.

13. ( ) O Comandante Geral tem a prerrogativa de colocar em liberdade o militar preso em flagrante por crime militar.

14. ( ) Todos os crimes militares na justiça militar estadual são julgados pelos Conselhos de Justiça.

15. ( ) Os membros do Conselho de Justiça Especial são compostos por oficiais da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiro Militar, havendo a mudança do membro conforme o réu a ser julgado.

16. ( )Os crimes militares praticados pelos bombeiros militares são apurados pelos oficiais daquela instituição.

17. ( ) O julgamento das ações contra atos disciplinares militares é uma das novas mudanças ocorridas na Justiça Militar Estadual.

18. ( ) As mudanças na Justiça Militar, impostas pela Emenda Constitucional 045 atingiram apenas as Justiças Militares Estaduais.

19. ( ) As praças das forças armadas tem as mesmas prerrogativas das praças estaduais quando o assunto é perda da graduação perante a Justiça Militar.

20. ( ) A substituição dos juízes militares nos conselhos só ocorre a pedido dos mesmos ou conforme o réu que está sendo julgado.

21. ( ) Os oficiais da Polícia Militar ou do Bombeiro Militar são autoridades policiais militares encarregados pelos inquéritos policiais militares.

22. ( ) O militar estadual não comete crime militar na Justiça Federal.

23. ( ) O militar estadual que cometer um crime comum no interior do Estado deverá ser julgado na Auditoria Militar.

24. ( ) A Justiça Militar Estadual atua na esfera penal e cível, sendo que a primeira ocorre no julgamento de crimes militares e a segunda no julgamento da ações contra atos disciplinares militares.

25. ( ) Ao tomar ciência de um crime militar passível de Termo Circunstanciado de Ocorrência, você deverá conduzir o autor do fato obrigatoriamente.


26. ( ) A jurisdição da Auditoria Militar Estadual estende-se apenas na capital, sendo que todo o território é de responsabilidade jurisdicional do Tribunal de Justiça.

27. ( ) O Policial Militar que cometer um crime militar contra outro Policial Militar na cidade de Paranaíba/MS deverá ser julgado em Campo Grande/MS, pois a capital é sede da primeira instância da Justiça Militar Estadual.

28. ( ) A perda do posto e da patente dos oficiais e a graduação das praças poderá ocorrer no Conselho Especial de Justiça para o primeiro e no Conselho Permanente de Justiça para o segundo..

29. ( ) O Conselho Permanente de Justiça é composto por um juiz de direito e por quatro juízes militares, sendo que o primeiro é o presidente.

30. ( ) Juiz auditor era o antigo nome dado ao juiz de direito dos Conselhos de Justiça.

31. ( ) As ações judiciais contra atos disciplinares militares deverão ser julgados nos Conselhos de Justiça.

32. ( ) Os Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul tem Tribunal de Justiça Militar para julgar os processos oriundos das suas respectivas auditorias.

33. ( ) Fica facultativo aos Estados com o efetivo de militares estaduais superior a 30 mil homens criar ou não o Tribunal de Justiça Militar.

34. ( ) O bombeiro militar que serve na cidade de Corumbá/MS e sofrer uma punição que não venha concordar, o militar deverá acionar a justiça naquela cidade.

35. ( ) A justiça militar estadual poderá julgar o militar que praticar crime doloso contra vida que tenha vítima militar.

36. ( ) A justiça militar estadual poderá julgar o militar que praticar crime doloso contra vida que tenha vítima civil.

37. ( ) A justiça militar estadual não poderá julgar o militar que praticar crime culposo contra vida que tenha vítima civil.

38. ( ) O civil pode cometer crime militar.

39. ( ) O civil que cometer um crime militar contra um policial militar será julgado na justiça  militar estadual.

40. ( ) O militar federal poderá cometer crime militar e ser julgado na justiça militar estadual.

41. ( ) O militar poderá escolher entre a justiça comum ou a justiça militar quando pretender anular uma punição disciplinar.

42. ( ) O conselho disciplina é responsável por processar e julgar a praça no cometimento de crime militar.

43(  ) O funcionário civil que trabalha no comando da PM é considerado assemelhado perante o CPM.

44. (   ) Em conluio com policiais civis, uma guarnição de serviço da PM resolve praticar roubo a banco e tortura (crime não previsto no CPM). A justiça militar vai ser responsável por julgar todos os policiais na conduta delituosa de roubo e a justiça comum julgará a tortura.

45 (   ) O julgamento do crime de assédio sexual (não previsto no CPM) praticado entre militares em local sob administração militar é de competência da justiça comum. A competência é em decorrência da não previsão do crime de assédio no CPM.

46. (     ) O militar que praticar um crime militar com pena inferior a 2 anos sofrerá contra si a lavratura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência.

47. (      )  O civil pode cometer crime militar, mas apenas na Justiça Militar Federal.

48. (     ) O conselho permanente julga as praças.

49. (        ) O policial militar que torturar outro policial militar deverá ser julgado na justiça militar estadual.

50 (      ) Um policial militar inativo lesiona dolosamente outro policial militar também da inativa dentro das dependência do comando Geral da PM. O autor da lesão corporal cometeu um crime comum e não militar.

51 (      ) Um policial militar inativo lesiona dolosamente outro policial militar, mas a vítima está na ativa e o crime se deu nas dependência do comando Geral da PM. O autor da lesão corporal cometeu um crime militar.

52 (    ) Um policial militar de serviço de sentinela no quartel cometeu dolosamente  um crime de homícidio e a vítima do crime foi um civil. O autor do crime cometeu um crime militar.

53 (     ) Um policial militar de serviço de sentinela no quartel cometeu dolosamente um crime de homícidio e a vítima do crime foi um militar. O autor do crime cometeu um crime militar.

54 (     ) Um policial militar de serviço de sentinela no quartel cometeu dolosamente um crime de lesão corporal e a vítima do crime foi um civil. O autor do crime cometeu um crime militar.

55 (    ) Um civil dolosamente quebrou uma vidraça do quartel da polícia militar. O civil cometeu um crime militar.

56. (    ) Um civil dolosamente quebrou uma vidraça do quartel do exército. O civil cometeu um crime militar.

57. (     ) Um policial militar de folga cometeu um roubo utilizando a arma da PM. O crime praticado foi de natureza comum.


58. (    ) Um policial militar de serviço tortura outro policial militar também de serviço nas dependências do quartel da pm. O crime praticado foi de natureza militar.

59. (    ) Um policial militar de folga ameaça outro policial militar em uma boate, mas a vítima se encontra na inatividade. O crime praticado foi de natureza militar.

60. (    ) Um policial militar de folga ameaça outro policial militar em uma boate que também está de folga. O crime praticado foi de natureza comum.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ATENÇÃO

QUEM DESEJAR UMA CÓPIA DA PROVA DO CONCURSO ANTERIOR PARA SARGENTO E O RESUMO DAS MATÉRIAS DO CONCURSO ATUAL BASTA SOLICITAR PELO EMAIL: FRANCOAMORIM@YAHOO.COM.BR

sábado, 2 de outubro de 2010

EXERCÍCIOS

01) Certo policial militar ingressou na policia militar em 01 de janeiro de 2000, sua formação no cfap durou 1 ano. Em 01 de janeiro de 2006 passou a gozar da licença para tratar de assuntos particulares que teve a duração de 1 ano. Neste período que se encontra na instiuição o referido policial foi punido apenas com uma prisão no dia 01/03/04. Diante do caso hipotético, marque a alternativa que expressa corretamento o comportamento do policial militar no dia 02 de março de 2008.
a) Mau comportamento.
b) Bom comportamento.
c) Insuficiente comportamento.
d) Ótimo comportamento.
e) Excepcional comprtamento.

02) Determinado policial militar tem 29 anos de efetivo serviço, sendo que foi punido com 20 dias de prisão, dois dias em separado. A punição ocorreu no dia em que completou 29 anos de serviço na PMMS. Diante do caso hipotético, marque a alternativa que expressa corretamento o comportamento do policial militar no dia em que publicou sua punição.
a) Mau comportamento.
b) Bom comportamento.
c) Insuficiente comportamento.
d) Ótimo comportamento.
e) Excepcional comprtamento.

03) Determinado policial incorporou no dia 16/08/08, sendo que já sofreu as seguintes punições: foi advertido em 30/08/08, detido no dia 04/09/08, repreendido no dia 14/12/08, repreendido no dia 09/02/2009 e preso no dia 25/08/09. Seu comandante relevou sua última prisão. Marque a alternativa que expressa corretamente à situação comportamental do referido policial na data de 25/08/2009.
a) está no comportamento bom.
b) está no comportamento mau.
c) está no comportamento insuficiente.
d) está no comportamento excepcional.
e) esta no comportamento ótimo.

04) Marque a alternativa incorreta.
a) Não serão aceitas as inscrições nos concursos da PMMS dos portadores do vírus HIV.
b) Os cursos de formação poderão ser realizados nos feriados.
c) A policia militar de MS deverá reserva vagas nos concurso aos portadores de deficiência.
d) A PMMS poderá prorrogar seus concursos.
e) nda

05) Marque a alternativa correta.
a) A abertura de concursos públicos na PMMS fica a critério exclusivo do comandante geral.
b) Somente brasileiro nato poderá concorrer nos concursos da PMMS.
c) O ingresso na carreira de sargento da PMMS não é regulamentada pela lei 3.808.
e) O ingresso na carreira de oficial dar-se-á na graduação de segundo tenente.
f) nda

06) Marque a alternativa correta.
a) Somente poderão fazer concursos na PMMS aqueles que detém título de eleitor no Estado de Mato Grosso do Sul.
b) A idade limite para o civil realizar concurso na PMMS é de 18 e 30 anos.
c) Os concursos na PMMS são apenas de nível médio.
d) Não há exigência de carteira de habilitação para os concursos da PMMS.
e)nda

07) Marque a alternativa incorreta.
a) Os militares licenciados das forças armadas poderão fazer concurso na PMMS, desde que seu comportamento ao ser licenciado tenha sido de conceito bom.
b) Os tatuados com imagens que lembram a pratica de crime não poderão ingressar na PMMS.
c) Os policiais militares que estão 5 anos de serviço e com comportamento bom poderão realizar concurso para oficial da PMMS.
d) Os policiais militares com 33 anos de idade poderão realizar concurso para oficiais da PMMS.
e) nda
08) Marque a alternativa correta.
a) Os concursos da PMMS deverão ter cinco fases.
b) Para ser considerado aprovado na prova de conhecimentos gerais o canditado deverá acerta no mínimo 60% da prova.
c) Os exames de saúde não é uma fase dos concursos da PMMS.
d) Serão aceitos avaliações do exame de psicotécnico realizados por profissionais contratados pelo candidato, desde que autorizado pela comissão organizadora dos concursos da PMMS.
e) nda

09) Marque a alternativa correta.
a) A altura mínima para os candidatos nos concursos da PMMS é de 1,60m.
b) Serão considerados aptos aqueles candidatos que apresentarem hérnia de natureza leve.
c) Os exames de aptidão física serão aplicados por uma comissão designada pelo comandante geral da PMMS.
d) Os exames de aptidão física não poderão ser filmados.
e) nda

10) Marque a alternativa incorreta.
a) A investigação da social nos concursos da PMMS serão realizados pela 2ª Seção do Estado Maior.
b) Os alunos formados nos curso de formação de oficial da PMMS serão declarados aspirantes oficiais.
c) O desligamento das unidades de ensino que os alunos estiverem matrículados e privatido dos comandantes da unidade.
d) Os alunos farão jus a remuneração.
e) nda

terça-feira, 28 de setembro de 2010


01. São todos considerados crimes propriamente militares:
a) Motim, homicídio e lesão corporal.
b) Dano, estupro e deserção.
c) Abandono de posto, deserção e homicídio.
d) Lesão corporal, vias de fato e ofensa aviltante a inferior.
e) Deserção, abandono de posto e motim.

02. Quanto ao civil.
a) É possível cometer crime militar somente no âmbito da justiça militar federal.
b) É possível cometer crime militar no âmbito da justiça militar estadual e federal.
c) É possível cometer crime militar somente no âmbito da Justiça militar estadual.
d) Não há possibilidade de cometimento de crime militar.
e) NDA.

03. Paulo é policial militar e durante seu serviço matou Zezé (pedreiro) devido o disparo acidental de sua arma. Pelo que foi narrado no caso hipotético assinale a alternativa correta:
a) Paulo cometeu um crime comum, pois os crimes culposos contra a vida praticados contra civis são de responsabilidade da justiça comum.
b) Paulo cometeu um crime comum, pois os crimes dolosos contra a vida praticados contra civis são de responsabilidade da justiça comum.
c) Paulo cometeu um crime militar, pois os crimes dolosos contra a vida praticados contra civis ainda são de responsabilidade da justiça militar.
d) Paulo cometeu um crime militar, pois os crimes culposos contra a vida praticados contra civis ainda são de responsabilidade penal da justiça militar.
e) NDA.

04. João é policial militar e cometeu o crime de porte ilegal de arma (não previsto no CPM), porém, João estava de serviço e foi surpreendido portando a arma ilegal dentro do quartel. De acordo com o fato hipotético narrado assinale a alternativa correta.
a) João cometeu apenas crime militar.
b) João cometeu apenas crime comum.
c) João não cometeu crime.
d) João cometeu crime militar e crime comum.
e) NDA.

05. No CFAP, um Cabo PM dirigiu-se ao seu superior hierárquico, empurrando-lhe, embora não houve lesão corporal, qual providência deve ser tomada?
a) Flagrante (crime militar, violência contra o superior, art. 157 do CPM ).
b) Flagrante (crime militar, desrespeito ao superior, art. 160 do CPM).
c) Apenas apuração disciplinar.
d) Flagrante (crime comum).
e) Não houve crime.

06. Em tese, o Policial Militar não comete crime militar quando:
a) De serviço no policiamento ostensivo PM (art. 9º, II, letra “c”, do CPM).
b) De folga, em área sob administração militar PM (art. 9º, II, letra “b”, do CPM).
c) De folga, usa arma da carga (Lei nº 9299/96).
d) Em acampamento sob administração militar PM (art. 9º, II, letra “d”, do CPM).
e) No CFAP atenta contra um patrimônio da PM (art. 9º, II, letra “e”, do CPM).

sábado, 14 de agosto de 2010

01) Enumere a primeira coluna com a segunda.
I) Advertência
II) Repreensão
III) Detenção
IV) Prisão
V) Licenciamento e exclusão a bem da disciplina

(     ) Aplicada a praça sem estabilidade, seu trâmite é mais celere.
(     ) Aplicada aos oficiais e a autoridade pode conceder ao detido a autorização para ele cumprir em casa.
(      ) Não priva a liberdade do transgresso, mas é registradas nas alterações do policial militar.
(      ) É a admoestação ao transgressor.
(     ) Poderá ter prejuízo ao serviço.

02) Marque a alternativa correta.
a) A prisão em separado pode ser aplicada a qualquer praça.
b) A prisão em separado pode ser aplicada a qualquer oficial.
c) A prisão em separado tem o limite de sua aplicação de 30 dias.
d) A prisão em separado pode ser aplicada a qualquer policial militar.
e) nda.

03) Marque a alternativa errada.
a) A agravação da punição disciplinar pode ser realizada por qualquer superior ao punido.
b) Sendo aplicada a relevação da punição disciplinar ao punido, seu o registro será mantido nas alterações.
c) Atenuação é aplicação de uma punição menos rigorosa.
d) Agravação consiste aplicar uma punição mais rigorosa.
e) nda.

04) Marque a alternativa errada.
a) Oito repreensões equivalem a duas prisões.
b) Seis repreensões equivalem a uma prisão e uma detenção.
c) sete repreensões equivalem a uma prisão, uma detenção e uma repreensão.
d) Quatro dias de detenção equivalem a duas prisões.
e) Advertência também é uma punição disciplinar.

05)  Marque a correta.
a) O policial militar pode interpor uma reconsideração de ato em favor de seu subordinado.
b) O policial militar pode interpor  uma queixa em favor de seu subordinado.
c) O policial militar vítima de injustiça pode interpor uma representação.
d) O recurso disciplinar pode ser apresentado em grupo.
e) nda.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010


VAMOS CORRER!!!

01) Marque a alternativa correta.
a) Transgressões que ferem o pundonor militar devem ser classificadas no mínimo de médias.
b) A punição disciplinar objetiva o fortalecimento da hierarquia e disciplina.
c) A punição disciplinar deve ser vista como cárater educativo ao punido.
d) As punições disciplinares de repreensão e prisão não podem passar de 30 dias.
e) nda

02) Marque a alternativa errada.
a) A punição disciplinar mais grave é a exclusão a bem da disciplina ou licenciamento.
b) A advertência é a forma mais branda de punição diciplinar.
c) A punição classificada como advertência pode ser feita perante a tropa.
d) O registro de alterações do punido não poderá constar a punição de advertência.
e) A ficha disciplinar do punido não poderá constar a punição de advertência.

03) Marque a alternativa correta.
a) Na punição de repreensão deverá constar em todos os registros do punido, mas não priva sua liberdade.
b) Na puniçao de detenção o punido deverá ficar confinado.
c) Na punição de detenção o punido não poderá comparecer as instruções.
d)  Todo policial militar, sem exceção, deverá cumprir suas punições nas dependências do quartel ou local indicado pelo comandante.
e) nda.

04) Marque a alternativa correta.
a) Na punição de prisão o punido deverá cumprir no mínimo 1/3 da sanção em confinamento.
b) O instituto da prisão em separado poderá ser aplicado ao punido no limite 2/3 do total de sua punição.
c) A punição em separado poderá ser imposta apenas no ínicio do cumprimento da sanção disciplinar.
d) A exclusão a bem da disciplina pode impor ao punido apenas a sanção de prisão.
e) nda

05) Analise os itens I, II, III e posteriormente marque a alternativa correta.
I) Na ficha de alterações de determinado policial militar há uma punição disciplinar de 20 dias de prisão e sua classificação é leve.
II) Na ficha de alterões de determinado policial militar há um punição diciplinar de 09 dias de repreensão e sua classificação é média.
III) Na ficha de alterções de determinado policial militar há um punição diciplinar de advertência e  sua  classificação é leve.

a) Todos registros especificados nos itens estão corretos
b) Apenas os registros especificados o item I e II estão corretos.
c) Todos registros especificados nos itens estão errados.
d) Apenas o registro especificado no item III está correto.
e) Apenas o registro especificado no item I esta correto.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


SEM DESCULPAS, ESTUDE!!!.

EXERCÍCIOS.

01) MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA.
a) O policial militar que não for apto no estágio probatório pode ser licenciamento ou demitido a qualquer tempo no período da análise de seus requisitos necessário para a permanência no serviço público.
b) O período do estágio probatório é de 3 anos de serviço.
c) Todo policial militar será submetido ao estágio probatório e sua duração é de 3 anos de efetivo de serviço .
d) O policial militar demitido ou licenciado por não atender as exigências do estágio probatório não tem o dever de ressarcir o Estado.
e) nda.

02) Marque a alternativa errada.
a) O Estatuto da PMMS foi criado pela lei 053 de 30 agosto de 1990.
b) As dispensas do serviço podem ser concedidad ao policial militar como recompensas.
c) São recompesas: prêmio de honra ao mérito, condecorações por serviços prestados, elegios, louvores e referências elogiosas e dispensas do serviço.
d) A readaptação é o emprego do policial militar estável em outra função mais compatível, por motivo de saúde.
e) nda

03) Marque a correta
a) O regulamento disciplinar da PMMS tem dentre suas finalidades classificar o comportamento dos policiais militares.
b) Estão sujeitos ao Regulamento Disciplinar da Policia Militar (RDPM) apenas os policiais militares da ativa.
c) Caso Mato Grosso do Sul tivesse um Tribunal de Justiça Militar o RDPM não se aplicaria aos coróneis que fossem juízes.
d) O secretário de segurança não tem competência de aplicar as disposições do RDPM.
e) nda.

04) Determinado batalhão tem 3 companhia em sua estrutura organizacional. Certo policial  militar pertencente a primeira companhia praticou uma infração disciplinar. Diante do caso narrado marque a alternativa correta.
a) Dentre os comandantes de companhia somente o da primeira tem competência de aplicar as sanções disciplinares do RDPM.
b) Qualquer oficial pertencente ao batalhão tem competência de aplicar sanções disciplinares ao policial militar.
c) Qualquer comandante de companhia tem competência de aplicar sanções disciplinares ao policial militar.
d) Apenas o comandante de batalhão tem competência de aplicar sanções disciplinares ao policial militar.
e) nda

05) Marque a errada
a) Os antecedentes do trangressor e a natureza dos fatos são algumas das causa de análise observada durante o julgamento de uma trangressão disciplinar.
b) Transgressões praticadas por motivo de força marior são justificável.
c) A inexperiência  atenua a sanção da transgressão disciplinar.
d) Transgressões praticadas em públicos tem sua sanção agravada.
e) nda





quarta-feira, 28 de julho de 2010

ATENÇÃO

O ESTATUTO DISPONÍVEL NO SITE DA PMMS ESTÁ DESATUALIZADO, CASO QUEIRA O ESTATUTO ATUALIZADO MANDE UM EMAIL PARA FRANCOAMORIM@YAHOO.COM.BR QUE EU DISPONIBILIZAREI.

terça-feira, 27 de julho de 2010

GABARITO DOS EXERCÍCIOS

O GABARITO DOS EXERCÍCIOS ESTÃO NO COMENTÁRIO DA PRÓPRIA MENSAGEM, PARA TER ACESSO BASTA ABRIR OS COMENTÁRIOS QUE FICAM LOGO ABAIXO DE CADA MENSAGEM.

domingo, 25 de julho de 2010

EXERCÍCIOS



01) Marque a alternativa correta.
a) A perda do posto e da patente faz com que a praça seja desligada do serviço ativo.
b) A deserção não é motivo de desligamento do policial militar do serviço ativo.
c) Extravio do policial militar é motivado pela deserção.
d) O falecimento não é um dos fatores de exclusão do policial militar do serviço atico.
e) nda.

02) Marque a alternativa errada.
a) O policial militar terá direito a transferência para a reserva remunera quando atingir no mínimo 20 anos de serviço.
b) A transferência para a reserva remunerada pode se efetuar a pedido ou por "ex offício".
c) A transferência para a reserva remunerada por "ex offício"  para a praça do sexo feminino se dará aos 50 anos de idade.
d) A transferência para a reserva remunerada por "ex offício" para a oficial do sexo feminino se dará aos 55 anos de idade.
e) nda.

03) Marque a alternativa em que o motivo descrito não obriga o policial militar a ingressar na reserva remunerada.
a) 30 anos de efetivo serviço
b) Policial militar diplomado em cargo eletivo.
c) Policial militar que foi empossado em cargo público, estranho à sua carreira, cuja função não seja de magistério.
d) Ultrapassar 6 meses contínuos para tratamento de saúde de pessoas da família.
e) Quando atingir idade limite descrita na legislação.

04) Marque a correta
a) O cabo da ativa que for julgado incapaz, definitivamente, em decorrência de ferimento em serviço, será reformado com proventos calculados com base no subsídio de terceiro sargento.
b) O aluno sargento que for julgado incapaz, definitivamente, em decorrência de ferimento em serviço, será reformado com proventos calculados com base no subsídio de segundo tenente.
c) O terceiro sargento da ativa que for julgado incapaz, definitivamente, em decorrência de ferimento em serviço, será reformado com proventos calculados com base no subsídio de terceiro sargento.
d) O soldado da ativa que for julgado incapaz, definitivamente, em decorrência de ferimento em serviço, será reformado com proventos calculados com base no subsídio de cabo.
e) nda.

05) Marque a alternativa correta.
a) a praça pode ser demitida do serviço ativo.
b) o oficial pode ser excluído licenciado.
c) O aspirante não tem estágio probatório, pois é um oficial.
d) O policial militar que pedir reserva remunerada com 24 anos e 200 dias de efetivo serviço, receberá o equivalente a 24 anos trabalhados.
e) O policial militar que pedir reserva remunerada com 24 anos e 200 dias de efetivo serviço, receberá o equivalente a 25 anos trabalhados.

terça-feira, 20 de julho de 2010

ATENÇÃO!!!!
ESTUDE MUITO!!!


200 VAGAS PARA SARGENTO

150 VAGAS PARA TEMPO DE SERVIÇO

+

50 VAGAS PARA O PROCESSO DE SELEÇÃO (SERÁ MÉRITO INTELECTUAL)


PROVA PREVISTA PARA 25 SETEMBRO/2010 E INÍCIO DO CURSO 01 DEZEMBRO.


FONTE: CMT GERAL DURANTE FORMATURA COM A TROPA.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

EXERCÍCIOS

01) Marque a alternativa correta.
a) O comandante geral da PMMS é autoridade competente pela decisão final do conselho permanente.
b) O comandante geral da PMMS é autoridade competente pela decisão final do conselho justificação.
c) O comandante geral da PMMS é autoridade competente pela decisão final do conselho justificação e disciplina.

d) O comandante geral da PMMS é autoridade competente pela decisão final do conselho permanente e especial.
e) nda

02) Marque a alternativa errada.
a) O policial militar tem direito a soldo.
b) O policial militar terá direito a férias anuais remunerada com 1/3 a mais que os vencimentos normais.
c) O regulamento disciplinar específica as trangressões disciplinares que o policial militar pode cometer.
d) O policial militar tem direito a desagravo.
e) O acesso a hierarquia policial militar é seletivo, gradual e sucessivo.

03) Marque a errada.
a) O afastamento total do serviço por núpcias são 08 dias.
b) O afastamento total do serviço em decorrência da instalação do policial militar são 10 dias.
c) O afastamento total do serviço em decorrência de trânsito do policial militar são 30 dias.
d) O afastamento total do serviço em decorrência de luto do policial militar são 08 dias.
e) nda.

04) Marque a correta.
a) O policial militar que contar com mais de 30 anos de serviço, será promovido imediatamente ao grau hierárquico superior.
b) O inativo após ter percebido os proventos da aposentadoria durante 02 anos consecutivo, deverá ser promovido.
c) O policial militar que falecer por qualquer motivo terá direito a promoção "post mortem".
d) A licença para tratamento de saúde será concedida a pedido ou ex officio.
e) A licença para tratar de saúde superior a 10 dias, obrigará a realização de Junta de Inspeção de Saúde.

05) Marque a correta.
a) O policial militar agregado não ocupa vaga no quadro hierárquico no qual pertence.
b) O policial militar afastado por mais de 05 meses para tratar sua saúde deverá ser agregado.
c) O inativo pode usar uniforme em qualquer oportunidade.
d) O policial militar é considerado ausente quando deixar de comparecer na OPM por mais de 7 dias consecutivos.
e) nda

segunda-feira, 5 de julho de 2010

HOJE O DIÁRIO OFICIAL PUBLICOU NOVA MUDANÇA NO ESTATUTO.
ATUALIZE O SEU!!!!!!!!!!!

FOI NO ART 110.

Art. 110. O licenciamento do serviço ativo aplicado somente às praças, se efetua:
I - a pedido;
II - “ex offício”.
§ 1º O licenciamento, a pedido, só poderá ser concedido desde que não haja prejuízo para o serviço e que a praça tenha estabilidade assegurada.
§ 1º-A. Se ainda não assegurada a estabilidade, o licenciamento, a pedido, poderá ser concedido às praças desde que não haja prejuízo para o serviço e com indenização das despesas feitas pelo Estado, com a sua preparação e formação. (acrescentado pela Lei Complementar nº 146, de 1º de julho de 2010)
§ 1º-B. O licenciamento, a pedido, será processado às Praças de acordo com as normas baixadas pelo Comandante-Geral. (acrescentado pela Lei Complementar nº 146, de 1º de julho de 2010)
§ 2º O licenciamento “ex offício, será feito na forma da legislação específica, exclusivamente para as praças sem estabilidade assegurada, nos seguintes casos:
a) por conveniência do serviço, ou seja, falta de compatibilidade, qualidade e desempenho profissional;
b) a bem da disciplina.
§ 3º O policial-militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar (LSM).
§ 4º O licenciamento “ex offício”, por conveniência do serviço e a bem da disciplina, receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar (LSM).
Art. 110-A. As praças que passarem a exercer cargo ou emprego público permanente, estranho à sua carreira, serão imediatamente licenciadas ex offício, sem remuneração, e terão a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. (acrescentado pela Lei Complementar nº 146, de 1º de julho de 2010)

domingo, 4 de julho de 2010

EXERCÍCIOS

01) Marque a alternativa correta.
a) O praça pode ser submetido a conselho jutificação.
b) O Aspirante oficial pode ser submetido a conselho disciplina.
c) O Oficial pode ser submetido a conselho disciplina.
d) O inativo não pode ser submetido a conselho.
e) Reformado não pode ser submetido a conselho.

02) Marque a alternativa correta.
a) O Subtenente deverá ser empregado na execução do policiamento ostensivo.
b) O 1º sargento deverá ser empregado na execução do policiamento ostensivo.
c) O cabo poderão em caráter temporário ser empregado na atividade meio.
d) As escalas de serviços não poderão ser concorridadas pelos militares do quadro de saúde.
e) nda

03) Marque a alternativa correta.
a) A licença maternidade da policial militar é de 4 meses.
b) A licença maternidade da policial militar é de 6 meses.
c) A licença maternidade da policial militar é prorrogável 2 meses.
d) A licença maternidade não é um direito da policial militar.
e) nda

04) Marque a alternativa correta.
a) O policial militar terá direito a 50% a mais no seu subsídio durante as férias anuais.
b) O policial militar terá direito quando transferido para inatividade de ser promovido a um grau hierárquico superior.
c) Ao ser transferido para inatividade deverá perceber seu soldo integral.
d) A estabilidade começa contar do ingresso da praça na PMMS.
e) A promoção por post mortem deverá ser feita à data do falecimento do policial militar.

05) Marque a alternativa correta.
a) A licença especial para tratar de assuntos de interesse particular poderá ser interrompida apenas a pedido.
b) Não haverá interrupção da contagem de tempo de serviço quando o policial militar estiver gozando a licença para tratar de interesse particular.
c) Não haverá interrupção da remuneraçãoquando o policial militar estiver gozando a licença para tratar da saúde de pessoa da família.
d) A licença para tratamento de saúde superior a 10 dias, obrigará a realização de inspeção de saúde.
e) A licenaça paternidade é de 10 dias.